Das 26 repartições no Parque dos Poderes, só duas têm restaurante próprio
Reportagem apurou que algumas secretarias têm cantina, onde o preço médio do salgado chega a R$ 8
Com 26 repartições públicas localizadas no Parque dos Poderes, apenas duas contam com restaurantes próprios para atender os servidores. Nesta quarta-feira (2), reportagem do Campo Grande News revelou os altos valores pagos por muitos desses profissionais para almoçar, reacendendo o debate sobre alimentação acessível nas repartições públicas.
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Com 27 repartições públicas no Parque dos Poderes, apenas duas oferecem restaurantes para servidores, segundo reportagem do Campo Grande News. A falta de opções acessíveis para almoço reacende o debate sobre alimentação nas repartições. Apenas a TV Educativa e o Tribunal de Contas de MS têm estrutura própria para refeições. A maioria dos órgãos, como a Sejusp, depende de cantinas com preços elevados, como salgados a R$ 6. A situação foi apurada em diversas secretarias e órgãos, destacando a necessidade de soluções para alimentação acessível aos servidores.
Do número de repartições consultadas, 25 informaram que não têm restaurantes. Apenas dois locais contam com estrutura própria que oferece o serviço de almoço durante a semana, sendo eles a TV Educativa e o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul. Ontem, foi mostrado que no TCE-MS, o quilo do almoço sai por R$ 56,37, enquanto o marmitex mérdio custa R$ 32 e o prato executivo R$ 38,80.
Em secretarias, como a Sejusp, o jeito é recorrer a cantina da repartição. Nesta quinta-feira (03), a reportagem esteve no local onde encontrou um comunicado sobre o reajuste do preço do salgado a partir do próximo mês, que estará R$ 6 à vista.
Os órgãos públicos apurados foram: Governadoria; Casa Civil; Segov (Secretaria Estadual de Governo e Gestão Estratégica); TV Educativa (Fundação Estadual Jornalista Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa); CGE (Controladoria-Geral de Mato Grosso do Sul); PGE (Procuradoria-Geral de Mato Grosso do Sul); Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda); SAD (Secretaria Estadual de Administração); SED (Secretaria Estadual de Educação); SES (Secretaria Estadual de Saúde); Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública); Comando-Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul; Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul; DGPC (Delegacia-Geral de Polícia Civil de Mato Grosso do Sul); Sead (Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos).
A informação também foi pesquisada na Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação); Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural); Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística); Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos); Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul); TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul); TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul); TCE (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul); MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e Imasul (Instituto Estadual de Meio Ambiente).
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