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Cidades

Frentistas denunciam postos por falta de proteção contra covid

Fornecimento de equipamentos de proteção é de responsabilidade dos contratantes neste período de pandemia

Giovana Martini | 11/12/2020 12:07
Frentistas denunciam postos por falta de proteção contra covid
Frentista abastece veículo na Capital (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

Frentistas de Mato Grosso do Sul estão denunciando postos de combustíveis por não fornecerem equipamentos de proteção contra a covid-19, forçando-os a providenciar máscaras, álcool em gel e outros materiais com o próprio dinheiro.

De acordo com o Sinpospetro-MS (Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Mato Grosso do Sul), durante a pandemia a distribuição de materiais para proteção dos trabalhadores é de responsabilidade dos contratantes.

A denúncia foi feita oficialmente pelo sindicato. “Temos recebido muitas reclamações de funcionários que estariam sendo obrigados a comprar máscaras e até álcool em gel para sua proteção individual no ambiente de trabalho onde lida com consumidores diversos e de variadas regiões da cidade, do Estado e até do país”, diz José Hélio da Silva, presidente da entidade.

O sindicato afirma ter tentado contato com as empresas, mas pede por intervenção do Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes de Mato Grosso do Sul) para que os funcionários dos postos de combustíveis sejam protegidos.

“Não podemos correr esse risco de contaminação dos nossos trabalhadores”, afirma o diretor do sindicato, Gilson da Silva Sá, que também tem trabalhado para reverter esse quadro.

O Sinpetro foi procurado pelo Campo Grande News, e informou por meio de nota que não tem conhecimento dos fatos, e que a denúncia está equivocada, pelo contrário, os empresários estão atendendo o protocolo de biossegurança, fornecendo todos equipamentos de segurança e proteção. Ainda de acordo com Sinpetro, vários empresários mandaram produzir máscara com a própria logo do posto. "Isso é facilmente verificado pelo baixo índice de contaminação na categoria (menos de 4%) dos funcionários foram afetados, do total de mais de 10 mil funcionários, desde o início da pandemia", conclui a nota.

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