Dólar é desvalorizado frente ao real e fecha em R$ 5,77
A queda consecutiva no valor do dólar é influenciada pelos anuncios das tarifas de importação, segundo B3
Influenciado pelos anúncios das tarifas de importação, o dólar registrou nesta terça-feira (4) seu 12º dia consecutivo em queda. A moeda americana apresentou uma baixa de 0,74%, sendo cotada a R$ 5,77. Em Campo Grande, as casas de câmbio cotaram a moeda a R$ 6,06. Esse valor considera a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), a taxa administrativa e os custos operacionais da transação.
RESUMO
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O dólar registrou sua 12ª queda consecutiva nesta terça-feira (4), fechando a R$ 5,77, com recuo de 0,74%. A sequência de baixas, que começou em 17 de janeiro, está relacionada às disputas tarifárias envolvendo México, Canadá e China com os Estados Unidos. A China anunciou novas tarifas de 15% e 10% sobre importações americanas, incluindo carvão, gás, petróleo e veículos, a partir de 10 de janeiro. Durante o pregão, a moeda americana oscilou entre R$ 5,75 e R$ 5,82. Em Campo Grande, casas de câmbio cotaram o dólar a R$ 6,06, já incluindo impostos e taxas. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em queda de 0,55%, aos 125.275,45 pontos.
O dólar oscilou entre uma mínima de R$ 5,75 e uma máxima de R$ 5,82. O dólar de turismo foi cotado a R$ 5,95 para compra e R$ 6,13 para venda. Após essas movimentações, o Ibovespa registrou perdas, fechando em queda de 0,55%, aos 125.275,45 pontos.
Segundo o B3 (Ibovespa), desde o dia 17 de janeiro, o dólar não encerra um pregão em alta. Essa tendência de queda está relacionada às disputas tarifárias entre o México, Canadá e China, além da divulgação de novos dados sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos. O Fed (Federal Reserve), banco central estadunidense, está monitorando o impacto das tarifas na inflação.
Ainda segundo o indicador da bolsa, a China anunciou que imporá tarifas de 15% e 10% sobre importações dos Estados Unidos, incluindo carvão, gás liquefeito, petróleo, máquinas agrícolas e veículos, a partir de 10 de janeiro.
(*) Sob supervisão
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